A presidente Dilma Rousseff reafirmou apoio ao setor agropecuário, fomentando o agronegócio, durante concorrida solenidade de posse, ontem, 1º de janeiro, no Congresso Nacional.
“A competitividade de nossa agricultura e da pecuária, que faz do Brasil grande exportador de produtos de qualidade par todos os continentes, merecerá toda nossa atenção. Nos setores mais produtivos a internacionalização de nossas empresas já é uma realidade”, disse textualmente.
E acrescentou: “O apoio aos grandes exportadores não é incompatível com o incentivo à agricultura familiar e ao microempreendedor. As pequenas empresas são responsáveis pela maior parcela dos empregos em nosso país. Merecerão políticas tributárias e de crédito perenes”.
Com relação ao Centro-Oeste, voltou a chamar a atenção do público para “a extraordinária produção agrícola”, que precisa ser valorizada em termos de desenvolvimento regional.
Com seu posicionamento, transmitido pelas cadeias de rádio e emissoras de televisão para o País, a expectativa agora é que os agropecuaristas e investidores se tranqüilizem e prossigam em sua tarefa de produzir alimentos e energia.
Dilma Roussef não fez referências diretas às invasões postas em prática nos últimos anos pelo MST. No entanto, prometeu cumprir a Constituição e demais leis vigentes, onde o assunto está inserido e invasão constitui crime.
A presidente, a primeira na história brasileira, assegurou também manter a estabilidade econômica. Lembrou a propósito que a inflação é “uma praga que não voltará a corroer a renda” do brasileiro.
Os índices inflacionários, todavia, mostram-se agressivos nas últimas semanas. O processo levou o governo Lula a tomar precauções, com as autoridades econômicas elevando as taxas de juros e dificultando as longas prestações.
Ainda assim, os índices de inflação continuam preocupantes. Acerca desse fator, a nova governante prometeu ser dura.
Dilma se manifestou contra a concorrência desleal dos países ricos contra os produtos nacionais, posto em prática pelo protecionismo, sobretudo nos Estados Unidos.
O biodiesel e outras fontes energéticas do país continuarão a merecer o estímulo oficial, conforme prometeu a presidente. “Considero uma missão sagrada do Brasil a de mostrar ao mundo que é possível um país crescer aceleradamente, sem destruir o meio ambiente”, sustentou. Em resumo, a boa notícia sem dúvida se relaciona ao seu apoio ao campo – não importa se contemplando pequenos, médios ou grandes produtores.
A questão ambiental merecerá também toda a atenção de seu governo, que hoje começa e se encerra dentro de quatro anos. “Nossa política ambiental favorecerá nossa ação nos fóruns multilaterais. Defender o equilíbrio ambiental do planeta é um dos nossos compromissos nacionais mais universais”, prometeu a primeira presidente brasileira.
“A competitividade de nossa agricultura e da pecuária, que faz do Brasil grande exportador de produtos de qualidade par todos os continentes, merecerá toda nossa atenção. Nos setores mais produtivos a internacionalização de nossas empresas já é uma realidade”, disse textualmente.
E acrescentou: “O apoio aos grandes exportadores não é incompatível com o incentivo à agricultura familiar e ao microempreendedor. As pequenas empresas são responsáveis pela maior parcela dos empregos em nosso país. Merecerão políticas tributárias e de crédito perenes”.
Com relação ao Centro-Oeste, voltou a chamar a atenção do público para “a extraordinária produção agrícola”, que precisa ser valorizada em termos de desenvolvimento regional.
Com seu posicionamento, transmitido pelas cadeias de rádio e emissoras de televisão para o País, a expectativa agora é que os agropecuaristas e investidores se tranqüilizem e prossigam em sua tarefa de produzir alimentos e energia.
Dilma Roussef não fez referências diretas às invasões postas em prática nos últimos anos pelo MST. No entanto, prometeu cumprir a Constituição e demais leis vigentes, onde o assunto está inserido e invasão constitui crime.
A presidente, a primeira na história brasileira, assegurou também manter a estabilidade econômica. Lembrou a propósito que a inflação é “uma praga que não voltará a corroer a renda” do brasileiro.
Os índices inflacionários, todavia, mostram-se agressivos nas últimas semanas. O processo levou o governo Lula a tomar precauções, com as autoridades econômicas elevando as taxas de juros e dificultando as longas prestações.
Ainda assim, os índices de inflação continuam preocupantes. Acerca desse fator, a nova governante prometeu ser dura.
Dilma se manifestou contra a concorrência desleal dos países ricos contra os produtos nacionais, posto em prática pelo protecionismo, sobretudo nos Estados Unidos.
O biodiesel e outras fontes energéticas do país continuarão a merecer o estímulo oficial, conforme prometeu a presidente. “Considero uma missão sagrada do Brasil a de mostrar ao mundo que é possível um país crescer aceleradamente, sem destruir o meio ambiente”, sustentou. Em resumo, a boa notícia sem dúvida se relaciona ao seu apoio ao campo – não importa se contemplando pequenos, médios ou grandes produtores.
A questão ambiental merecerá também toda a atenção de seu governo, que hoje começa e se encerra dentro de quatro anos. “Nossa política ambiental favorecerá nossa ação nos fóruns multilaterais. Defender o equilíbrio ambiental do planeta é um dos nossos compromissos nacionais mais universais”, prometeu a primeira presidente brasileira.
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