Redação 24 Horas News
Documentos secretos da ditadura militar qualificam a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, como a "Joana d'Arc da subversão". Os arquivos, que foram mantidos em sigilo por mais de quatro décadas, foram publicados nesta sexta-feira pelo jornal O Globo.
Segundo os arquivos, Dilma integrou os grupos guerrilheiros Colina e VAR-Palmares, através dos quais dirigiu greves, assessorou assaltos a bancos e delegou funções, embora não se pôde comprovar que tenha participado diretamente em nenhuma ação armada.
Nos documentos constam algumas passagens de sua declaração perante a Justiça Militar após sua captura, nos quais se manifestou "marxista-leninista" e admitiu que o grupo Colina participou de três assaltos a bancos e foi responsável por dois atentados com bombas, sem vítimas registradas. "É uma figura feminina de expressão tristemente notável, mas com uma dotação intelectual bastante apreciável", dizem os arquivos que O Globo teve acesso.
Os arquivos ainda apontam que Dilma Rousseff "assessorou" grupos guerrilheiros na preparação de assaltos a bancos durante a ditadura militar, que governou o País entre 1964 e 1985. No entanto, os grupos de inteligência das Forças Armadas não confirmaram sua participação direta em nenhuma ação armada, de acordo com os arquivos do Ministério Público Militar.
A abertura desses arquivos foi solicitada à Justiça Militar pelo jornal Folha de São Paulo, mas foi O Globo que publicou nesta sexta-feira as primeiras informações dos documentos, que pouco falam sobre os vínculos de Dilma às guerrilhas urbanas contra a ditadura.
A atual presidente eleita foi detida em 1970, quando tinha 23 anos, acusada de pertencer a "grupos subversivos", e permaneceu presa durante quase três anos, nos quais afirma ter sido submetida a "bárbaras torturas".
A última vez que Dilma falou publicamente sobre os episódios foi em 2008, durante uma reunião no Congresso, quando afirmou que mentiu nos interrogatórios à Justiça Militar. "Eu me orgulho muito por ter mentido, senador, porque mentir sob tortura não é fácil. Na democracia se fala a verdade, na tortura, quem tem coragem e dignidade fala mentira", declarou a presidente eleita, que no dia 1º de janeiro sucederá Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência do Brasil.
Segundo os arquivos, Dilma integrou os grupos guerrilheiros Colina e VAR-Palmares, através dos quais dirigiu greves, assessorou assaltos a bancos e delegou funções, embora não se pôde comprovar que tenha participado diretamente em nenhuma ação armada.
Nos documentos constam algumas passagens de sua declaração perante a Justiça Militar após sua captura, nos quais se manifestou "marxista-leninista" e admitiu que o grupo Colina participou de três assaltos a bancos e foi responsável por dois atentados com bombas, sem vítimas registradas. "É uma figura feminina de expressão tristemente notável, mas com uma dotação intelectual bastante apreciável", dizem os arquivos que O Globo teve acesso.
Os arquivos ainda apontam que Dilma Rousseff "assessorou" grupos guerrilheiros na preparação de assaltos a bancos durante a ditadura militar, que governou o País entre 1964 e 1985. No entanto, os grupos de inteligência das Forças Armadas não confirmaram sua participação direta em nenhuma ação armada, de acordo com os arquivos do Ministério Público Militar.
A abertura desses arquivos foi solicitada à Justiça Militar pelo jornal Folha de São Paulo, mas foi O Globo que publicou nesta sexta-feira as primeiras informações dos documentos, que pouco falam sobre os vínculos de Dilma às guerrilhas urbanas contra a ditadura.
A atual presidente eleita foi detida em 1970, quando tinha 23 anos, acusada de pertencer a "grupos subversivos", e permaneceu presa durante quase três anos, nos quais afirma ter sido submetida a "bárbaras torturas".
A última vez que Dilma falou publicamente sobre os episódios foi em 2008, durante uma reunião no Congresso, quando afirmou que mentiu nos interrogatórios à Justiça Militar. "Eu me orgulho muito por ter mentido, senador, porque mentir sob tortura não é fácil. Na democracia se fala a verdade, na tortura, quem tem coragem e dignidade fala mentira", declarou a presidente eleita, que no dia 1º de janeiro sucederá Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência do Brasil.
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